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já é a ultima hora

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As imagens, com crianças mortas e outras lutando pela vida, são chocantes

O número de crianças forçadas a abandonar a Síria chegou nesta sexta-feira a um milhão,
o que representa metade do total de refugiados do conflito sírio. Mais dois milhões de
jovens menores de idade continuam no país, a serem atacados ou recrutados como combatentes,
alertaram nesta sexta-feira a UNICEF e o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados.

"Esta milionésima criança refugiada não é apenas mais um número”, declarou o director
executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake.
"Trata-se de uma criança com nome e com rosto, que foi arrancada da sua casa,
talvez até de uma família, enfrentando horrores difíceis de imaginar", reforçou.

A imagem folheto lançado pela Shaam News Network da oposição síria mostra corpos de crianças
e adultos que colocam no chão, como rebeldes sírios afirmam que eles foram mortos em um ataque
com gás tóxico por forças pró-governo no leste Ghouta, nos arredores de Damasco, em 21 de agosto ,
2013. A alegação de armas químicas sendo utilizadas nas áreas densamente povoadas veio no segundo
dia de uma missão à Síria por inspectores da ONU. Ele foi prontamente negado pelas autoridades sírias.






SÃO SINAIS DA ULTIMA HORA





durante seu próprio velório criança acorda e pede água

Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.
Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.
As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.
Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.
Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”.
O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.
Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse “Pai, água”.
“O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes”, disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.


jesus, jesus