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já é a ultima hora

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As imagens, com crianças mortas e outras lutando pela vida, são chocantes

O número de crianças forçadas a abandonar a Síria chegou nesta sexta-feira a um milhão,
o que representa metade do total de refugiados do conflito sírio. Mais dois milhões de
jovens menores de idade continuam no país, a serem atacados ou recrutados como combatentes,
alertaram nesta sexta-feira a UNICEF e o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados.

"Esta milionésima criança refugiada não é apenas mais um número”, declarou o director
executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake.
"Trata-se de uma criança com nome e com rosto, que foi arrancada da sua casa,
talvez até de uma família, enfrentando horrores difíceis de imaginar", reforçou.

A imagem folheto lançado pela Shaam News Network da oposição síria mostra corpos de crianças
e adultos que colocam no chão, como rebeldes sírios afirmam que eles foram mortos em um ataque
com gás tóxico por forças pró-governo no leste Ghouta, nos arredores de Damasco, em 21 de agosto ,
2013. A alegação de armas químicas sendo utilizadas nas áreas densamente povoadas veio no segundo
dia de uma missão à Síria por inspectores da ONU. Ele foi prontamente negado pelas autoridades sírias.






SÃO SINAIS DA ULTIMA HORA





Nova droga “come a carne” e deforma corpo de viciados. As imagens são fortes

 Krokodil deixa a pele escamada como a de um crocodilo e mata em até três anos
Popular na Rússia e três vezes mais barata que a heroína, o Krokodil é uma droga caseira feita a partir de uma mistura de codeína, gasolina ou óleo de fritura, diluentes de tintas, ácido clorídrico, iodo e fósforo vermelho. Ela pode ser injetada em qualquer parte do corpo, desde os pés até a testa
O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.
Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.
Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país.
 A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil.
A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre. 
O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais)


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