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já é a ultima hora

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As imagens, com crianças mortas e outras lutando pela vida, são chocantes

O número de crianças forçadas a abandonar a Síria chegou nesta sexta-feira a um milhão,
o que representa metade do total de refugiados do conflito sírio. Mais dois milhões de
jovens menores de idade continuam no país, a serem atacados ou recrutados como combatentes,
alertaram nesta sexta-feira a UNICEF e o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados.

"Esta milionésima criança refugiada não é apenas mais um número”, declarou o director
executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake.
"Trata-se de uma criança com nome e com rosto, que foi arrancada da sua casa,
talvez até de uma família, enfrentando horrores difíceis de imaginar", reforçou.

A imagem folheto lançado pela Shaam News Network da oposição síria mostra corpos de crianças
e adultos que colocam no chão, como rebeldes sírios afirmam que eles foram mortos em um ataque
com gás tóxico por forças pró-governo no leste Ghouta, nos arredores de Damasco, em 21 de agosto ,
2013. A alegação de armas químicas sendo utilizadas nas áreas densamente povoadas veio no segundo
dia de uma missão à Síria por inspectores da ONU. Ele foi prontamente negado pelas autoridades sírias.






SÃO SINAIS DA ULTIMA HORA





buscando apoio de evangélicos em sua reeleição, presidente Dilma Rousseff orienta Senado a não votar PLC-122

A presidente Dilma Rousseff realizou na última semana uma manobra para cooptar apoio de políticos evangélicos para sua reeleição nas próximas eleições. De acordo com o portal iG, a estratégia da presidente foi orientar a base no Senado a ceder ao desejo dos religiosos e não votar neste ano a PLC-122, motivo de inúmeras polêmicas entre políticos evangélicos e ativistas gays.
A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi a responsável por entrar em contato com os senadores por telefone, e orientou bancada a só votar a proposta depois das eleições, o que seria a condição imposta por evangélicos em troca de apoio para a reeleição da presidente.
Palco de constantes embates políticos entre parlamentares evangélicos e ativistas gays, as discussões a respeito da PLC-122 não geram consenso nem mesmo entre senadores da base ou entre senadores do próprio PT que integram a comissão.
Segundo o iG, a rejeição ou adiamento da votação da proposta como condição para apoiar a candidatura de Dilma Rousseff foi apresentada ao Planalto por senadores ligados a igrejas evangélicas, como Magno Malta (PR-ES). O senador, que também é pastor de uma igreja batista, reafirmou sua oposição ao projeto, e criticou a presidente por descumprir promessas feitas a lideranças evangélicas.
- Não adianta na época de eleições tomar café com pastor, visitar as igrejas e depois de eleitos, defenderem projetos contra a família, da forma que foi concebida por Deus. Nós vamos nos posicionar contrários aos políticos que defendem essa ideologia homossexual. No segundo turno das eleições, andei este país inteiro com a Dilma, mas agora ninguém vai me usar mais – afirmou Malta.


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